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Sites para hotéis e alojamento local

Seis anos dentro do Booking.com. Hoje construo sites para turismo em Portugal.

Geri mais de 200 parceiros hoteleiros por dentro. Trabalho com hotéis, alojamentos locais, turismo rural, operadores turísticos e empresas de atividades. Baseada em Faro, a trabalhar em todo o país.

My story

A maior parte dos negócios turísticos chega a mim com a mesma situação: o site existe, mas a equipa não consegue mexer nele sozinha. Um preço a atualizar, uma promoção de época alta a publicar, uma nova atividade a acrescentar. Tudo fica em espera porque há uma mensagem para enviar e alguém que demora a responder, ou que simplesmente parou.

Sou programadora baseada em Faro. Antes de começar a programar, passei seis anos no Booking.com a gerir mais de 200 contas de parceiros hoteleiros em Portugal e Espanha. Sei o que os hóspedes procuram antes de reservar. Sei o que faz uma página funcionar e o que faz o hóspede fechar o separador e ir reservar noutro lado.

O que construo é diferente de um site de brochura. É uma plataforma que a tua equipa gere de forma autónoma, seja um hotel boutique, um turismo rural ou uma empresa de atividades. Atualizar preços, publicar novidades de época, adicionar fotografias, tudo sem precisar de contactar um programador. O CMS que uso, o Sanity, tem um editor simples que a maioria das equipas aprende numa tarde. Se sabem usar o e-mail, sabem usar o CMS.

Sobre as reservas diretas: o objetivo não é substituir as OTAs. É acrescentar um canal próprio ao mix que já tens. O Booking.com, a Expedia e plataformas semelhantes têm valor real: trazem hóspedes que de outra forma não te encontrariam, e as comissões são o custo desse serviço de distribuição. O problema é depender exclusivamente delas. Quando um hóspede te encontra numa OTA e visita o teu site para saber mais, queres que tenha uma razão para reservar diretamente. Para a Farol Discover, empresa de atividades turísticas no Algarve, isso significou 15% das reservas diretas no primeiro ano, partindo de zero presença digital.

Um site de turismo que funciona precisa de quatro coisas.

Conteúdo multilingue adaptado. Texto escrito para os mercados que efetivamente te visitam, não uma tradução automática da página portuguesa. Para a maioria dos negócios em Portugal, o mínimo é PT + EN. Idiomas adicionais dependem do perfil dos teus hóspedes. O CMS gere quantos idiomas forem necessários, a partir de um único editor, pela tua equipa.

Gestão de conteúdo sazonal que a tua equipa consiga fazer sozinha. Preços e calendários mudam com demasiada frequência para ficarem dependentes de um programador. Se atualizar uma informação implica enviar um e-mail e esperar três dias, a atualização deixa de acontecer. É assim que o conteúdo envelhece.

Um canal de reservas diretas mais simples do que a alternativa OTA. Pode ser um formulário com pedido de disponibilidade, uma integração com FareHarbor ou Trekksoft, um motor de reservas ligado ao channel manager, ou outra solução. O que faz sentido depende do teu tipo de negócio e do teu volume. Analiso isso na fase de descoberta, sem assumir uma solução antes de perceber o teu contexto.

Performance desde o início. O Google avalia a velocidade de carregamento como fator de posicionamento. Um site de turismo que demora cinco segundos a abrir num telemóvel está a perder reservas antes de o hóspede ler uma linha.

Trabalho com hotéis, alojamentos locais, turismo rural, casas de campo, operadores turísticos, empresas de atividades e guest houses. A lógica do negócio muda, os hóspedes mudam, mas o que o site precisa de fazer é sempre o mesmo: ser rápido, estar atualizado e converter a visita em reserva.

6

anos no Booking.com

Joana Parente

200+

parceiros hoteleiros geridos

Booking.com

15%

reservas diretas no primeiro ano

Farol Discover

0% → ~15%

de receita direta no primeiro ano completo

Caso de Estudo

Farol Discover

O encontro entre a experiência de negócio e sistemas digitais. Um canal direto, a somar aos que já trazem vendas.

Read the full case study

8–9 páginas bilingues

PT + EN

Caso de Estudo

Cabanas da Viscondessa

Uma quinta histórica nos Açores ganhou um website onde os hóspedes conseguem mesmo reservar.

Read the full case study

Sites de turismo encaixam-se tipicamente no nível Marketing ou Complexo, conforme o número de idiomas, integrações e páginas envolvidas. A página de Serviços tem os preços atualizados para cada nível.

Todos os projetos incluem formação completa e propriedade total desde o primeiro dia: o teu GitHub, o teu Sanity CMS, o teu Vercel, o teu domínio. Depois da entrega, a tua equipa atualiza qualquer conteúdo sem precisar de me contactar. Se algum dia precisares de outro programador, eles abrem o repositório e continuam.

Muitos negócios turísticos qualificam para apoio de fundo perdido ao abrigo de programas de incentivo ao turismo. Vale a pena verificar a disponibilidade atual antes de decidir sobre o orçamento.

Começo sempre com uma conversa gratuita. Não envio orçamentos sem perceber o teu projeto primeiro.

Perguntas

Perguntas frequentes

Tens um negócio turístico em Portugal? Vamos falar.

Conta-me a tua situação: o que tens, o que não funciona, o que queres mudar. Respondo em 24 horas e começamos por perceber se faz sentido trabalharmos juntos.